BEM VINDOS!

Os guerreiros da paz são um sonho meu, não dificil de realizar, embora trabalhoso, de criar uma página onde quem tenha pouco tempo, pouca paciência ou pouco dinheiro mas boa vontade e sentido de missão e "dever moral" se possa rever, possa ajudar a moldar um mundo mais justo, com menos dor: venha ela dos seres humanos, dos animais ou até da natureza/ambiente.


Não precisa mais que isso: boa vontade, alguns segundos por dia ou por semana, para vir aqui dar o seu pequeno contributo, pequeno não é insignificante porque todos podemos fazer alguma coisa, nem que pouco seja: todos juntos faremos a força!



é uma página de activismo e consciencialização on-line, também de informação sobre temas úteis ao planeta e a vida nele.



Há muitas formas simples de ajudar on-line: clicar para doar (sem dar dinheiro) , informar-se e consciencializar-se, assinar petições e protestos, enviar cartas e e-mails de protesto e apelos etc.

O espirito que busco nesta página, que já vem do tempo do HI5, é um espirito de luta NÃO VIOLENTA NEM BELICISTA claro! espirito de luta pacifica pelo bem. Garra, inconformismo com a miséria a dor e falta de esperança: é essa a nossa «luta» que toda a guerra , mesmo que digam que é pela paz, nunca é pela paz, nem de paz , nem traz paz!

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

MEMORIAL DA LUNA E A NOBREZA DOS ANIMAIS: petição para mudar a lei portuguesa

Esta é história comovente da Luna, uma orca que se perdeu da familia, ou se afastou ou foi afastada, ninguém sabe, e que durante a sua curta vida tentou fugir à solidão, que pesa muito nos humanos,mais ainda nos animais, tentando-se aproximar das pessoas, pedindo miminhos, festinhas, atenção. As pessoas no geral correspondiam e um deles, um rapaz e dois jornalistas criaram tal amizade com a orca que quebraram regras para a manter. Isto porque a presença da orca começou, conmo sempre a gerar polémica e conflitos de interesses mesquinhos, privados: aos pescadores não agradava tê-la por perto: quer pelas redes , quer pelos barcos ou concorrência pelo peixe que também se assustava com a presença da Luna e vozes contra de supostos ecologistas, cegos por dogmas não comprovados dos perigos do convivio com os humanos, e o que acham que deveria ser o lugar dos animais. Mas a Luna não queria voltar ao mar, nem à familia, a Luna só queria ser aceite pelos humanos e que fossem seus amigos. No entanto uma lei idiota foi criada para que ninguém lhe tocasse ou sequer olhasse para ela! nem mesmo os seus amigos de sempre! uma lei que ao que parece visava afastá-la...só fez pô-la triste e querendo desesperadamente a atenção de outrora por parte dos únicos amigos que conhecia. O ser humano mostrava-se tão incompreensivo, frio e inconstante como sempre foi. De amizade entendia a Luna, a dela era consistente, sólida, verdadeira.
Dois jornalistas resolveram quebrar as regras, eles, os indios locais e mais o tal rapaz, amigo da Luna, e ela pôde ficar onde sempre esteve até ao dia em que, não sei se acidentalmente ou não: morreu vitima de uma hélice de um barco. Ficou para todos como tendo sido um acidente mas a Luna foi homenageada como se fosse uma pessoa. Pena que tenha sido só depois de morrer que tenha tido o carinho sem hesitações que procurara em vida na sua desesperada e comovente solidão. A história partilho-a para que se perceba que o que dói a solidão, o que dói a indiferença para com os nossos animais, a cegueira de certos dogmas supostamente cientificos e sobretudo para recordar a Luna. Mas também para vos lembrar que os animais não são coisas e para assinarem a petição em baixo.



Também quero recordar o Hachiko. Um cão cuja leladade ao dono superou até a barreira da morte:




Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante estação de trens de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A visão dos dois, que chegavam na estação de manhã e voltavam para casa juntos na noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume. A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor Ueno foi interrompida apenas um ano e quatro meses depois. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais retornando à estação onde sempre o esperara Hachikō.

Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um derrame súbito durante uma reunião do corpo docente e morreu. A história diz que na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz como, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

Depois que seu dono morreu, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e quando um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como ele sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todo dia ele ia e procurava a figura do professor Ueno entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Hachikō esperava pelo retorno de seu dono e amigo.

A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachikō e o professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.

Por 10 anos contínuos Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.

Hachikō finalmente começou a ser percebido pelas pessoas na estação de Shibuya. Naquele mesmo ano, um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde conheceu a história da vida de Hachikō. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com Hachikō, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época havia apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachikō da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachikō.

Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachikō, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachikō tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachikō, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachikō como exemplo para educar crianças.




Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachikō, esculpida pelo renomado escultor Tern Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal". A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas. Pelo país afora a fama de Hachi se espalhou e a raça Akita cresceu. Hachi foi convidado várias vezes para aparecer como um convidado em mostras de cães, também miniaturas e cartões postais dele começaram a ser feitos.

Porém, mais tarde, a figura e lenda de Hachikō foi distorcida e usada como símbolo de lealdade ao Estado, aparecendo em propagandas que difundiam o fanatismo nacionalista que acabaram levando o país à Segunda Guerra Sino-Japonesa, no final da década de 1930 e também à Segunda Guerra Mundial. Lamentavelmente, a primeira estátua foi removida e derretida para armamentos durante a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1944. No entanto, em 1948 uma réplica foi feita por Takeshi Ando, filho do escultor original, e reintegrada no mesmo lugar da anterior, em uma cerimônia em 15 de agosto. Esta é a estátua que está ainda hoje na Estação de Shibuya e é um ponto de encontro extremamente famoso e popular.




Quero recordar também o Georgie: Um cachorro de 9 anos virou herói ao salvar a vida de cinco crianças na cidade de Wellington, na Nova Zelândia.


O animal, da raça jack russell e com nome George, brincava com as crianças, que tinham acabado de comprar doces em uma loja perto de casa. Ao virar a esquina, apareceram dois cachorros pit bulls, que foram para cima dos jovens. A briga, porém, terminou mal para o cachorrinho. Devido aos machucados, ele acabou morrendo ao chegar no veterinário. As crianças nada sofreram.

"No começo, o George só ficou latindo para ver se os outros cachorros se afastavam. Mas os dois pitt bulls foram para cima do George", contou Richard Rosewarne, de 11 anos, uma das crianças salvas pelo cachorrinho. "Nós começamos a chorar e corremos muito até que pessoas ouviram nossos gritos e foram resgatar o George", completou o jovem.


Pelas leis da Nova Zelândia, os donos dos cachorros agressivos são responsáveis pelos atos dos bichos. E, além de condenações, podem ser obrigados a castrar ou mesmo sacrificar seus animais. Segundo a imprensa local, os dois pit bulls devem ser sacrificados.

O dono do cachorro herói da raça jack russel que salvou a vida de cinco crianças na Nova Zelândia afirmou que quer ter um novo cão, mas não agora.

"Eu estou tentando me recuperar do que aconteceu agora, porque a mesma coisa pode acontecer novamente", afirmou Alan Gay, proprietário do cachorro. "Por isso que só penso em ter outro no futuro, não agora", completou ele.

Gay, de 69 anos, contou que ficou feliz pelo ato de seu cachorro George ter salvado a vida de cinco crianças. Seu cãozinho, de 9 anos, brincava com os meninos na cidade de Wellington, na Nova Zelândia, quando apareceram dois pit bulls indo em direção deles.


Para defender as crianças, George se colocou à frente delas e acabou sendo atacado pelos pit bulls. Ao ver a cena, as crianças correram e gritaram por ajuda. Mas adultos chegaram tarde demais para salvar a vida de George.


"Pit bulls são selvagens e bravos. Eles só servem para uma coisa: matar", afirmou Gay, que ficou "encantado" com a repercussão do seu cão herói.

Teve uma condecoração póstuma por heroísmo pela Rainha de Inglaterra.



Ainda a história de Chér Ami o pombo herói da segunda guerra mundial que salvou a vida a milhares de soldados com a sua bravura: A história de Cher Ami



Na Primeira Guerra Mundial, quando os batalhões nem sonhavam com a existência de e-mail e de telemóvel, os exércitos também trocavam informações por meio de pombos-correio. Foi o caso de Cher Ami, um pombo do Exército dos Estados Unidos. Ele pertencia à 77ª Divisão de Infantaria Americana, conhecida como “o Batalhão Perdido”, por ter ficado cercada na floresta de Argonne.
Em outubro de 1918, o “Batalhão Perdido” estava cercado por inimigos alemães e sob fogo amigo de americanos, que não sabiam que havia compatriotas ali. Cher Ami conseguiu levar a mensagem de cessar fogo e salvar os americanos, mas soldados alemães interceptaram o pombo pouco depois. O bicho teve o peito atravessado por uma bala, uma perna arrancada e acabou ficando cego de um olho. Sobreviveu, mas teve que se aposentar. Ganhou a Cruz de Guerra francesa em homenagem a seu heroísmo.

Posso dizer que já dei comida aos pombos aqui ao pé de mim e eles costumam fazer o que eu chamo de voletio de agradecimento: um pequeno vôo em circulo à minha volta que outra função não tem que não o agradecer o meu gesto...para verem que estes animais são mais que pragas, como se diz por aí...

E por fim quero falar do Pitico: aquele que foi durante 14 anos o meu maior amigo, o mais sincero e dedicado(verdade! os periquitos não é suposto durarem tanto mas este durou...). Falava pelos cotovelos! dizia o meu nome, assobiava, imitava o meu riso, o barulho das dobradiças dos armários, dizia "quero pãozinho", dizia: "o que é que tás a fazer?" e não haviam convidados cá a casa que não se rissem das façanhas dele. Sempre que ouvia os meus passos na escada só se calava quando me via, tinha um entendimento das coisas fora do vulgar e nunca mais o esqueci, e nem que tenha 100 animais nunca mais esquecerei os muitos episódios em que provou a sua amizade.

Tenho pena de não o ter filmado (só fotografei) mas ele era em tudo semelhante a esta versão espanhola: era tagarela e esperto assim também :) Até sempre amigão!



É POR TODOS ELES QUE PEÇO QUE ASSINEM ESTA PETIÇÃO:

http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N14914

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Above are the stories of Luna, Hachiko, George, Chér Ami and Pitico.

Luna, the lonely killer whale:

http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/4796106.stm

http://www.bbc.co.uk/programmes/b00q2s16

http://en.wikipedia.org/wiki/Luna_(killer_whale)

Hachiko, the loyal japanese dog:

http://en.wikipedia.org/wiki/Hachik%C5%8D

George, the big Jack Russell hero:

http://news.sky.com/home/world-news/article/15220504

http://www.foxnews.com/story/0,2933,269653,00.html

Chér Ami, the hero pigeon:

http://en.wikipedia.org/wiki/Cher_Ami

http://www.homeofheroes.com/wings/part1/3b_cherami.html

And finally I want to talk about the Pitico, who was, for 14 years, my best friend, the most sincere and dedicated (Really, the parakeets are not supposed to last so many years but this one did!). He talked a lot! said my name, whistled, imitating my laughter, the sound of the hinges of the cabinet, said "I want bread", he said, "what are you doing?" and there wasn't a single guest to my house that wouldn't laugh at his tricks and grace.He used to sya a lot of other things too. When he heard my footsteps on the stairs only shut up when he saw me, he had an unusual understanding of things, like a wise person almost and never I forgot it, and even if I have 100 animals I'll never forget the many episodes that proved his friendship.

I am sorry not to have a video of him (only photo) but it was at all similar to this Spanish version: it was just as talkative :) So long buddy!

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